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quinta-feira, 24 de julho de 2014

Um homem de 31 anos foi preso nesta quarta-feira (23) suspeito de tráfico de drogas na Rua Henrique Alves Teixeira, no Bairro Calcita, em Arcos. Durante patrulhamento a Polícia Militar (PM) localizou com ele 20 pedras de crack, um tablete de maconha e R$ 187 em dinheiro.
De acordo com a PM, o homem estava na rua e confessou que venderia as pedras de crack por R$ 50 cada e que traficava para pagar um tratamento ortodôntico. Ele foi preso e encaminhado juntamente com o material apreendido para a Delegacia de Polícia Civil de Formiga.
A Polícia Militar apreendeu uma arma, drogas, uma quantia em dinheiro e um explosivo em uma casa do Aglomerado da Serra, na região centro-sul de Belo Horizonte. Um rapaz de 20 anos foi preso e o irmão dele de 17 foi apreendido.
O jovem foi abordado pelos policiais em um patrulhamento de rotina no local. Com ele, os oficiais encontraram duas buchas de maconha. Quando chegaram até a casa do rapaz, apreenderam um colete à prova de balas, porções de maconha, cocaína, crack, material para embalar as drogas, um revólver calibre 38, munição e uma banana de dinamite.
O adolescente confessou que era o dono do material e que o explosivo seria utilizado para explosões de caixas eletrônicos.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Um adolescente de 17 anos morreu na noite desta terça-feira (22) no Bairro Luizote de Freitas, em Uberlândia, depois de trocar tiros com a Polícia Militar (PM). A suspeita é de que ele tinha envolvimento com o tráfico de drogas na região, de acordo com a PM.
Segundo as informações da polícia, o ocorrência foi registrada na Rua Gladston Luiz Pimenta depois de uma denúncia anônima informando que, no local, funcionava um ponto para comercialização de drogas. Quando os policiais chegaram no local, o adolescente fugiu e com uma arma de fogo começou a disparar contra os militares.
A equipe policial revidou. A vítima foi atingida e chegou a ser socorrida até o Hospital de Clínicas da Universidade Federal de Uberlândia (HC-UFU), mas não resistiu aos ferimentos. A assessoria do hospital confirmou o óbito do adolescente.
O corpo da vítima foi levado ao Instituto Médico Legal (IML). No local foram apreendidos um revólver calibre 38, três tabletes de maconha e grande quantidade de "miguelitos", objetos feitos de pregos e usados para furar pneus.
Dois jovens foram presos e dois adolescentes apreendidos por envolvimento com tráfico de drogas no bairro Nazaré, região Nordeste da capital. De acordo com a Polícia Militar, na madrugada desta quarta-feira (23), denúncia anônima indicava que teria acontecido troca de tiros na região. Ao chegar no local, os militares não encontraram nada de anormal, mas decidiram fazer uma incursão nos becos.
Eles avistaram Matheus Felipe Gomes da Silva, de 18 anos, em frente a um barracão e ao perceber a presença da PM, o suspeito teria corrido e dispensado algum produto no mato. Ele foi abordado e os militares viram que o produto dispensado era um revólver.
A guarnição entrou, então, no barracão e lá estavam Thaynara Izabelle Goulart dos Reis, 18, um adolescente de 16 e outra de 17. No imóvel foram localizados R$ 615 em dinheiro, um pedaço de maconha, e pinos usados para embalar cocaína. Eles foram detidos e encaminhados para a Centro Integrado de Atendimento ao Adolescente Autor de Ato Infracional de Belo Horizonte (CIA-BH), onde a ocorrência foi encerrada.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Um homem de 26 anos foi morto na noite desta segunda-feira (21) durante uma abordagem policial no bairro Dona Clara, região da Pampulha, em Belo Horizonte. Segundo a PM (Polícia Militar), a vítima teria feito um movimento brusco na tentativa de se desfazer de uma porção de maconha e um dos militares atirou temendo que o suspeito tivesse uma arma.  
Ainda conforme a PM, o trio estava em atitude suspeito próximo a um supermercado na avenida Cristiano Machado e a polícia teria sido informada por um pedestre que passava pelo local. Ao abordar os homens, a polícia deu ordem para que eles colocassem as mãos na cabeça, mas apenas dois deles teriam obedecido.  
O terceiro não teria acatado a ordem dos policiais e, ao colocar a mão na cintura, um dos policiais atirou no homem. Ele ainda chegou a ser socorrido ao Hospital de Pronto-Socorro Risoleta Neves, na região de Venda Nova, mas não resistiu ao ferimento.   
Durante buscas realizadas na vítima já no hospital, a PM encontrou apenas três buchas de maconha. Já com os outros dois jovens, ambos de 19 anos, que estavam com ele na porta do supermercado, não foi encontrado nada de ilícito.   
Eles relataram que teriam feito uso de drogas em uma passarela sobre a avenida Cristiano Machado e, em seguida, teriam se dirigido ao supermercado com o intuito de encontrar a madrinha de um deles, que fazia compras no estabelecimento comercial. Eles disseram ainda não ter visto o momento em que o policial atirou pois estavam de costas e foram encaminhados à sede do batalhão como testemunhas para prestar esclarecimentos sobre o caso.
Denúncias anônimas levaram a Polícia Militar até o local onde estava a arma do sargento baleado na madrugada desta segunda-feira(21), na região da Pampulha, em Belo Horizonte. A pistola calibre 380 foi encontrada dentro de uma lixeira, no bairro Jaraguá, a 200 metros no local do crime, na madrugada desta terça-feira (22).
No momento da apreensão, a polícia analisou a numeração da arma e constatou que ela pertence ao PM baleado. Os oficiais também receberam informações que a pistola estava com dois rapazes, que teriam participado do crime.
Uma perícia será realizada na arma para tentar identificar os criminosos.
O policial militar foi baleado após uma discussão com quatro pessoas no bairro São Francisco. Segundo a PM, uma testemunha teria relatado que o policial discutia com outras duas pessoas na rua Vila Real. Algum tempo depois, outras duas pessoas também foram até o local e, em seguida, vários tiros foram disparados. Os quatro suspeitos fugiram.
O sargento continua internado na UTI do Hospital de Pronto-Socorro João 23. O estado de saúde dele é considerado gravíssimo.
Um jovem foi preso depois que a Polícia Militar descobriu que ele escondia pedras de crack em suas partes íntimas em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira. A droga também foi encontrada em buracos no muro de uma casa e debaixo de uma calçada.
Durante uma revista na delegacia, 15 pedras de crack foram encontradas com o rapaz de 21 anos. Segundo a PM, ele relatou que tentou esconder a droga no corpo para que a polícia não encontrasse o material.
O jovem foi preso após os policiais receberem denúncias anônimas de um ponto de venda e consumo de droga. No local, os oficiais encontram pedras de crack em buracos de um muro de uma casa abandonada e debaixo da calçada. Um outro rapaz de 18 anos também foi preso.
Ao todo, foram apreendidos 71 pedras de crack, 300 gramas de maconha, R$280 em dinheiro e um celular.A dupla foi encaminhada para a Penitenciária de Juiz de Fora.

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Um policial militar está internado, em estado grave, depois de ser baleado seis vezes, na madrugada desta segunda-feira (21), na Região da Pampulha, em Belo Horizonte, informou a Polícia Militar (PM).
De acordo com a PM, o crime foi por volta de 1h, na entrada de uma vila, às margens do Anel Rodoviário, no bairro São Francisco.
Segundo a PM, o militar, de folga, estava no local quando dois homens chegaram em uma motocicleta e outros dois a pé. Um morador da região disse que ouviu ameaças à vítima. “Eles conversando: ‘Ah, nós pegamos ele, nós pegamos ele’", disse o homem.
Logo depois, foram ouvidos vários tiros. A motocicleta do militar não foi levada. O sargento, de 46 anos, foi trazido para o Hospital de Pronto-Socorro João XXIII.
“Em princípio seria uma tentativa de assalto. Após o fato chegou uma senhora que aguardou inclusive a chegada do socorro pelo tático 246”, explicou o sargento Emerson Gomes.
A mulher e o militar teriam marcado um encontro no local e, quando ela chegou, ele já estava ferido. “Eu cheguei, ele estava sentado. A moto caída e eu perguntei o que aconteceu. E a dona veio falando que achava que tinha sido tiro”.
A mulher foi ouvida na delegacia. A polícia não descarta a possibilidade de o crime ter sido planejado.
A câmera de uma empresa pode ter flagrado a ação dos criminosos, mas as imagens não foram divulgadas. Até a publicação desta reportagem, ninguém havia sido preso.

domingo, 20 de julho de 2014

Um investigador da Polícia Civil foi baleado em um baile funk na madrugada deste domingo (20), em Vespasiano, na região metropolitana de Belo Horizonte. De acordo com militares do 36º Batalhão de Polícia Militar, a festa acontecia em sítio às margens da LMG-808 e, por volta das 5h, teve início uma discussão entre a vítima e os suspeitos, que entraram no evento se identificando como policiais.A briga terminou em uma troca de tiros e investigador Allan Cézar Ribeiro, de 23 anos, foi atingido no braço direito, nas mãos, na perna direita e no tornozelo direito. Ele foi socorrido e levado para o Hospital Risoleta Tolentino Neves, onde passa por cirurgia. Até o momento, quatro suspeitos foram detidos, entre eles dois menores, de 16 e 17 anos. O adolescente de 17 anos levou um tiro de raspão próximo à orelha e foi apreendido em Pedro Leopoldo, enquanto tentava fugir. Todos os suspeitos foram encaminhados para a Delegacia de Plantão de Vespasiano.
Segundo a Polícia Militar, o motivo da briga ainda não foi esclarecido. Levantamentos feitos pelos militares no local apontaram que o investigador teria envolvimento na morte do soldado Rafael Augusto dos Reis Rezende, do Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate). O crime aconteceu em janeiro de 2012, em Esmeraldas, na região metropolitana de Belo Horizonte.
Em janeiro deste ano, Ribeiro foi detido com sinais de embriaguez no bairro Santa Mônica, na região da Pampulha, depois de atirar para cima e ameaçar policiais militares.
A Polícia Civil foi procurada pela reportagem de O TEMPO na manhã deste domingo e disse que ainda não tem informações sobre o caso, porque o boletim de ocorrência da Polícia Militar ainda não havia sido encerrado.

sábado, 19 de julho de 2014

A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (11/7), a Operação Moxotó, que visa reprimir crimes supostamente praticados no âmbito da Prefeitura Municipal de  Pariconha/AL, notadamente os delitos de concussão e falsidade documental. Investigações apontaram que gestores do município exigiam  de empresários o repasse de valores para a liberação de pagamentos referentes a  serviços prestados por esses empresários para a Prefeitura.
Policiais federais deram cumprimento a oito mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Tribunal Regional Federal da 5ª Região.
O inquérito policial se iniciou há poucos meses, quando uma empresária noticiou que estaria sendo forçada a dar dinheiro a gestores daquele Município para que recebesse  os  valores  a  que  tinha  direito,  em  razão  dos  serviços prestados.  Segundo  a  empresária,  o  grupo  criminoso  teria  emitido  notas  fiscais  falsas  e  estaria  exigindo  que  a empresária  entregasse  vários  cheques  nos  valores  das  notas  falsas,  para  que  somente  então  a  Prefeitura  lhe repassasse os valores devidos.
A Polícia Federal investigou e descobriu que as empresas que teriam emitido as notas fiscais falsas, ou mesmo seus proprietários,  possuem  relação  com  a  Prefeitura  de  Pariconha/AL,  bem  como  que  os  recursos  para  pagamento  à empresária estavam na conta do Município.
Os suspeitos são investigados pelos crimes de concussão (exigir vantagem indevida) e falsidade documental (emissão de notas fiscais falsas) e podem ser condenados a até 14 (catorze) anos de reclusão.
A Polícia Federal realizou ontem, 9/7, uma das maiores apreensões de cocaína registradas no Nordeste. Foram apreendidos 761 kg de cocaína e 130 kg de maconha enterrados em uma casa num condomínio, no município de Mata de São João, litoral norte baiano.
A PF ainda prendeu duas pessoas, um homem e uma mulher, por tráfico de drogas. Elas foram encaminhadas à Superintendência da Polícia Federal em Salvador, onde foi lavrado o flagrante.
A apreensão contou com a participação de equipes da Polícia Civil. Os presos serão encaminhados à Cadeia Pública em Salvador, onde permanecerão à disposição da Justiça Estadual.
Policiais federais prenderam em flagrante um homem de 35 anos, por transportar cerca de 43 kg de cocaína que estavam ocultos em um fundo falso no porta-malas de um automóvel, nesta quinta-feira, 17/07, durante barreira policial realizada na rodovia de acesso a cidade de Poço Verde.
Ao ser abordado pelos policiais, o condutor do veículo demonstrou grande nervosismo. Dessa forma, o condutor e o veículo foram encaminhados à sede da Polícia Federal em Sergipe onde, após detalhada vistoria, foi constatado 43 kg de cocaína ocultos em um fundo falso no porta-malas do veículo. Além disso, após revista pessoal, foram encontradas várias cápsulas de cocaína nas vestes do conduzido, razão pela qual lhe foi dada voz de prisão em flagrante.
Durante o interrogatório, o preso não confessou a origem e nem o destino do entorpecente apreendido. As investigações prosseguirão a fim de verificar o destino da droga e os eventuais participantes do crime.
O indiciado, que responderá pelos crimes de tráfico interestadual de entorpecentes, encaminhado à Delegacia Plantonista de Aracaju/SE, onde permanecerá à disposição do Juízo da Comarca de Poço Verde/SE.
Um morador do Aglomerado da Serra, na região centro-sul de Belo Horizonte, denunciou a realização frequente de bailes com o consumo de drogas liberado e com exibição de armas. Os organizações espalham cartazes pela região, mas não divulgam o local, para dificultar o trabalho da polícia.
Segundo o homem, que não quis se identificar com medo da reação dos traficantes da região, as festas chegam a reunir três a quatro mil pessoas. Os eventos começam às 21h e não tem hora para acabar.
Fotos postadas em redes sociais mostram adolescentes e jovens do Aglomerado exibindo armas de alto calibre. De acordo com o denunciante, essas armas são colocadas à vista nos bailes.
Ainda de acordo com o morador, quando os policiais chegam ao local são coibidos pela grande quantidade de pessoas que frenquentam as festas.
— É tudo montado no mesmo dia. E aí, é o seguinte, você liga para o Disque Sossego, vem uma rádio patrulha. Quando ela depara com a situação de três, quatro mil pessoas, o que eles fazem? Dão meia volta e vão embora.
Segundo o capitão da PM, Jackson Ramos, a dificuldade de combater esses tipos de festas está na forma em que elas são organizadas.
— Quando esse evento não é marcado via redes sociais e a inteligência da PM não consegue detectar com antecedência, a polícia faz a intervenção de uma maneira para evitar e minimizar o efeito, até mesmo para não deixar um caráter catastrófico na situação de uma abordagem.
De acordo com o oficial, há policiamento no aglomerado e a polícia trabalha para coibir o tráfico de drogas e aumentar a segurança no região.
— Nós já conseguimos efetuar a prisão de alguns falsos organizadores, que utilizam essa questão de liderança no local para vender armas e drogas. Com isso, conseguimos reduzir a criminalidade no Aglomerado.  

sexta-feira, 18 de julho de 2014

O delegado Gabriel Ferrando, titular da 11ª DP (Rocinha), não indiciou os policiais militares da UPP da Rocinha que removeram o corpo de Josiel Rafael Silva, de 44 anos, no dia 31 de maio. Na época, um vídeo divulgado pelo EXTRA mostrou o homem sendo retirado pelos PMs, após um confronto no Beco 199. Nas imagens, é possível ver os PMs comemorando que “quebraram o ganso”, gíria usada para se referirem a traficantes. O inquérito será enviado, nesta sexta-feira, para o Ministério Público. Uma cópia da investigação será remetida a Corregedoria Geral Unificada (CGU) para apurar a conduta dos militares.De acordo com as investigações, os laudos, o Boletim de Atendimento Médico (BAM) do Hospital municipal Miguel Couto e os depoimentos não permitiram determinar se Josiel estava morto ao ser levado para os PMs. O cirurgião responsável pelo atendimento do baleado contou que foram empregadas manobras de reanimação porque foram detectados sinais vitais, mesmo que mínimos.
Já o laudo cadavérico atestou que a causa da morte foi por disparo de arma de fogo. A perícia de local comprovou ainda ocorrência de confronto na região, pela constatação de disparos de ambos os sentidos, ratificando os depoimentos dados pelos PMs. Segundo a versão apresentada pelos militares, Josiel estava com uma arma nas mãos e disparou contra os PMs, que revidaram. As imagens das câmeras de segurança da UPP confirmam o fato.
Os militares alegaram ter retirado o corpo da vítima do local foi para socorrê-la. A comandante da unidade, major Priscila Azevedo, teria dado ordem para a remoção caso houvesse dúvidas a respeito de Josiel estar vivo. Em nota, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CCP) informou que a corporação abriu um Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar o caso.
O traficante Alexander Mendes da Silva, o Polegar, de 40 anos, disse, em entrevista na sede da ONG Afroreggae, na Lapa, que “não tem mais facção e não pertence mais ao crime”. Polegar, ex-chefe do tráfico na Mangueira, foi solto na manhã desta quinta-feira. Preso em 2011, no Paraguai, o ex-chefe do tráfico da Mangueira estava desde janeiro deste ano no Rio, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, depois de ficar quase três anos anos no presidio federal de segurança máxima de Porto Velho, em Rondônia. Há dois meses, ele estava em Bangu 1.
- Perdi minha juventude preso. Eu sabia que se não deixasse o crime, eu ia morrer ou acabar voltando para a cadeia, não tinha opção. O crime dá um dinheiro que a gente não pode usar. O que adianta eu ter dinheiro para comprar um carro, se não posso sair da favela? Prefiro a liberdade, que é o bem mais precioso que tenho - garantiu.
O traficante, que vai agora trabalhar com a ONG Afroreggae, contou que foi a leitura que o fez aguentar tantos anos na prisão, principalmente na unidade federal.
- Se você não souber ler, você pira. Li muito. A cada quatro dias, lia um livro de 500 páginas. Aquele lugar (presídio federal) é uma clausura. Se não fossem os livros, teria enlouquecido - disse Polegar, citando títulos de Dan Brown, Sidney Sheldon e Kim Collier, além dos livros “Ossos da Colina”, “A chave de Rebecca” e “A Hospedeira”.
Nascido e criado na Mangueira, Polegar disse que entrou no crime aos 17 anos, “porque foi o caminho natural”:
- É muita ostentação. Baile funk, mulher, dinheiro e a gente acaba não indo por outro caminho. Na realidade, é uma grande ilusão. Quem vive ali acha que é o único meio de sobreviver - disse ele, novo funcionário da ONG, que chegou a trocar cartas, da prisão, com José Junior, coordenador do Afroreggae.
Polegar ainda responde a um processo na 4ª Vara Criminal, por constrangimento. Ele é acusado de ter mantido reféns durante uma rebelião, em Bangu 3, em 2003. Outros réus da ação respondem por mortes que aconteceram naquela ocasião dentro da unidade.
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